quinta-feira, 23 de abril de 2009

Em 1992, uma canadense de 12 anos chamada Severn Suzuki deixou durante a ECO92 uma mensagem que emocionou e mexeu com muita. Neste ano no Rio de Janeiro, representantes de quase todos os países do mundo reuniram-se para decidir que medidas tomar para conseguir diminuir a degradação ambiental e preservar a existência de outras gerações. A intenção, era introduzir a idéia como o desenvolvimento sustentável, ou seja, um modelo de crescimento econômico menos consumista e mais adequado ao equilíbrio ecológico.
Neste encontro estabelecu-se a Carta da Terra, documento oficial da RIO-92, que elaborou três convenções (Biodiversidade, Desertificação e Mudanças Climáticas), uma declaração de princípios e a Agenda 21 (base para que cada país elabore seu plano de preservação do meio ambiente). Dos 175 países signatários da Agenda 21, 168 confirmaram sua posição de respeitar a Convenção sobre Biodiversidade.

Atualmente Severn Suzuki é uma grande ativista ambiental, formada em Ecologia e Biologia Evolutiva pela Universidade de Yale, Estados Unidos, e sai pelo mundo dando palestras, defendendo a bandeira verde do ambientalismo.

Seu público alvo são estudantes e trabalhadores de instituições públicas e privadas. Em sua fala demonstra a sua paixão pelo tema e resgata valores já esquecidos. Desafia sua platéia a assumir responsabilidades individuais e coletivas em prol do meio ambiente.

Desenvolve muitos projetos ambientais e participa de diversas expedições científicas.

Foi membro do Painel Especial de Aconselhamento de Kofi Annan – Presidente da ONU

No seu discurso feito na Eco 92, Severn Suzuki destaca a importância da responsabilidade compartilhada:

“Durante todos estes anos que se passaram desde a Conferência do Rio, aprendi que dirigirmo-nos aos nossos líderes não é o suficiente, pois não estamos limpando o que sujamos. Não estamos pagando o preço do nosso estilo de vida. Tal como Gandhi disse muitos anos antes, “temos de nos tornar a mudança que queremos ver acontecer“. Uma verdadeira mudança ambiental depende de nós. Não podemos esperar pelos nossos líderes. Temos que nos focar no que são as nossas responsabilidades e em como podemos provocar estas alterações”.

Então aceitemos este desafio e continuemos a transformar a realidade!

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